Criminosos falsificam capa da Gazeta Regional

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Publicação com suposta reportagem sobre demissão de médico circulou pelas redes sociais, em Suzano. Ilustração: André Jesus

 

Por Lailson Nascimento

 

Na tarde desta sexta-feira (24), a GAZETA recebeu a informação de que uma “capa” deste jornal estaria sendo veiculada nas redes sociais. O jornal informa aos seus leitores que se trata de uma falsificação da edição 213 (18 a 24 de novembro de 2017), em que foram substituídas a foto e a manchete da reportagem publicada na citada edição.

Capa falsa que circulou pelas redes sociais

Capa falsa que circulou pelas redes sociais

 

A primeira providência da direção do jornal foi a de levar o caso à polícia, registrando um BO (Boletim de Ocorrência) em Mogi das Cruzes. Mais tarde, conversou por telefone com o médico Carlos Fernando Foganholi, que teria sido demitido de suas funções no PS (Pronto Socorro) – fato que deu origem à falsa publicação.

Ao reconhecer que jamais deu entrevista para a reportagem do jornal, ele argumentou que também ficou surpreso com o caso. “De fato eu fui demitido, mas não é dessa maneira que colocaram [nessa publicação]. Houve um problema, mas nem vem ao caso no momento. O fato é que eu fui demitido, mas ainda não sei o motivo disso”, explicou.

 

CREDIBILIDADE – A GAZETA destaca que não é a primeira vez que são usados o nome e a marca deste jornal por criminosos que se aproveitam da credibilidade deste veículo de comunicação para confundir o leitor. O diretor Laerton Santos comentou o teor da falsa publicação . “Infelizmente ainda fazem uso de métodos da velha política, mas a população não se engana mais com esse tipo de instrumento. Tomamos as providências jurídicas cabíveis e esperamos que a Justiça possa apontar o criminoso responsável por se aproveitar da credibilidade de nosso veículo”, apontou.

 

SOLIDARIEDADE – Procurada, a Prefeitura de Suzano enviou nota à redação do jornal. “A Prefeitura de Suzano esclarece que as informações contidas na publicação não procedem. E reforça o repúdio contra expedientes dessa natureza, de propagação de notícias falsas e difamação pela internet. Os agentes públicos mencionados na divulgação caluniosa já estão tomando as medidas cabíveis, lavrando boletim de ocorrência junto à Delegacia de Polícia.”

 

 




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